Conjunções e locuções conjuntivas

Complete, adequadamente, o texto a seguir com as conjunções indicadas.

 

­­_______ o senso popular, a educação é o bem maior que uma nação pode dar aos seus filhos. ___________, ______________ isso seja verdade, a pátria mãe brasileira não cumpre o seu papel.

Nos últimos anos o representante mor deste país alardeava, aos quatros ventos, que estamos economicamente resolvidos, justificando, assim, o empréstimo de dinheiro a países pobres, distribuindo dinheiro público sob o codinome “bolsa”. _________, e a educação brasileira? Como fica? ____________ há fundos sobejando, que ações realmente efetivas foram tomadas ______________ se solucionassem os problemas da educação?

_____________, acreditarei que temos uma pátria benevolente, uma mãe pátria, ____________ ela de fato agir ____________ deve, ou seja, promover o conhecimento, a estruturação educacional, a valorização do magistério. ____________ contrário, a meu ver, nossa real situação é de orfandade.

 

 Para que, mas, no entanto, quando, caso, logo, se, segundo, ainda que, como.

Carta argumentativa

Londrina, 10 de setembro de 2002
Prezado editor,
O senhor e eu podemos afirmar com segurança que a violência em Londrina atingiu proporções caóticas. Para chegar a tal conclusão, não é necessário recorrer a estatísticas. Basta sairmos às ruas (a pé ou de carro) num dia de “sorte” para constatarmos pessoalmente a gravidade da situação. Mas não acredito que esse quadro seja irremediável. Se as nossas autoridades seguirem alguns exemplos nacionais e internacionais, tenho a certeza de que poderemos ter mais tranquilidade na terceira cidade mais importante do Sul do país.
Um bom modelo de ação a ser considerado é o adotado em Vigário Geral, no Rio de Janeiro, onde foi criado, no início de 1993, o Grupo cultural Afro Reggae. A iniciativa, cujos principais alvos são o tráfico de drogas e o subemprego, tem beneficiado cerca de 750 jovens. Além de Vigário Geral, são atendidas pelo grupo as comunidades de Cidade de Deus, Cantagalo e Parada de Lucas.
Mas combater somente o narcotráfico e o problema do desemprego não basta, como nos demonstra um paradigma do exterior. Foi muito divulgado pela mídia – inclusive pelo seu jornal, a Folha de Londrina – o projeto de Tolerância Zero, adotado pela prefeitura nova-iorquina há cerca de dez anos.

Por meio desse plano, foi descoberto que, além de reprimir os homicídios relacionados ao narcotráfico (intenção inicial), seria mister combater outros crimes, não tão graves, mas que também tinham relação direta com a incidência de assassinatos. A diminuição do número de casos de furtos de veículos, por exemplo, teve repercussão positiva na redução de homicídios.
Convenhamos, senhor editor, faltam vontade e ação políticas. Já não é tempo de as nossas autoridades se espelharem em bons modelos? As iniciativas mencionadas foram somente duas de várias outras, em nosso e em outros países, que poderiam sanar ou, pelo menos, mitigar o problema da violência em Londrina, que tem assustado a todos.

Espero que o senhor publique esta carta como forma de exteriorizar o protesto e as propostas deste leitor, que, como todos os londrinenses, deseja viver tranquilamente em nossa cidade.
Atenciosamente,
M.

(“site” Mundo Vestibular)
I – Os elementos que identificam o texto como uma carta são

a) Local, data e vocativo.
b) Vocativo e despedida.
c) Local, data, vocativo, assinatura.
d) Local, data, vocativo, assinatura e despedida.
e) Local, data, vocativo, despedida, segunda pessoa e assinatura.

II – Segundo o autor da carta,
a) A violência em Londrina está um caos e não possui solução.
b) É possível desviar a violência de sua cidade.
c) Pode-se diminuir a violência na cidade.
d) Será muito difícil acabar com a violência em Londrina.
e) N. d. a.
III – Para argumentar, M. lança mão de
a) Ideias próprias.
b) Estatísticas.
c) Exemplos.
d) Comparação.
e) N. d. a.
IV – Segundo o autor, por que a violência na referida cidade, como nos exemplos citados, não diminui?

V – Por que motivo M. escreveu a carta?

VI – Os argumentos localizam-se nos seguintes parágrafos:
a) Primeiro, segundo e quarto.
b) Segundo, terceiro e sexto.
c) Segundo terceiro e quarto.
d) Primeiro, segundo e quinto.
e) Terceiro, quarto e quinto.

VII – Quando se substitui em “outras, em nosso e em outros países, que poderiam sanar ou, pelo menos, mitigar o problema da violência em Londrina, que tem assustado a todos.” o termo destacado por abrandar, amansar, diminuir, faz-se o uso da
a) Antonímia.
b) Polissemia.
c) Sintaxe.
d) Sinonímia.
e) N. d. a.

O Papel da Televisão na Vida dos Jovens

A televisão tem uma grande influência na formação pessoal e social das crianças e dos jovens. Funciona como um estímulo que condiciona os comportamentos, positiva ou negativamente.
A televisão difunde programas educativos edificantes, tais como o Zig Zag, os documentários sobre Historia, Ciências, informação sobre a atualidade, divulgação de novos produtos…
Todavia, a televisão exerce também uma influência negativa, ao exibir modelos, cujas características são inatingíveis pelas crianças e jovens em geral. As suas qualidades físicas são amplificadas, os defeitos esbatidos, criando-se a imagem do herói / heroína perfeitos. Esta construção produz sentimentos de insatisfação do eu consigo mesmo e de menosprezo pelo outro. A violência é outro aspecto negativo da televisão, em geral. As crianças/jovens tendem a imitar os comportamentos violentos dos heróis, o que pode colocar em risco a vida dos mesmos. O mesmo acontece com o visionamento de cenas de sexo. As crianças formam uma imagem destorcida da sua sexualidade, potenciando a prática precoce de sexo e suscitando distúrbios afetivos.
Em jeito de conclusão, é legítimo que se imponha às emissoras de televisão uma restrição de exibição de material violento ou desajustado à faixa etária nas suas grades de programação, dado que a exposição a estes tipos de conteúdos é extremamente prejudicial no desenvolvimento das crianças e dos jovens, pois, tal como diz o povo, “violência só gera violência”.

(Texto retirado da internet – autor desconhecido)

I – O assunto tratado no texto é:
a) As pessoas não sabem assistir à televisão.
b) A televisão influencia a vida das pessoas
c) Ver televisão é prejudicial.
d) N. d. a.

II – A opinião do autor sobre tal assunto é
a) Há apenas benefícios ao se assistir televisão.
b) Há apenas malefícios ao se assistir televisão.
c)  A televisão faz com que as pessoas possam se comportar bem ou mal.
d) N. d. a.

III – Para o autor, a televisão deve
a) Ter liberdade em sua programação.
b) Sofrer um controle.
c) Ser combatida.
d) Programar melhor sua grade.
e) N. d. a.

IV – Os pontos positivos que a televisão possui

a) Exibe programas recreativos.
b) Exibe programas direcionados à aquisição de novos conhecimentos.
c) Exibe programas inocentes.
d) Exibe programas sobre a natureza.
e) N. d. a.

V- Os argumentos estão nos parágrafos
a) Terceiro e quarto.
b) Primeiro e segundo.
c) Primeiro e terceiro.
d) Segundo e terceiro.
e) Segundo e quarto.

VI – As palavras positiva e nagativamente estabelecem entre si relação de
a) Polissemia.
b) Sinonímia.
c) Antonímia.
d) Semelhança.
e) N. d. a.

VII – O termo Todavia, que inicia o terceiro parágrafo, liga este ao segundo expressando sentido de
a) explicação.
b) conclusão.
c) soma.
d) oposição.
e) N. d. a.

Duas amigas e seu cachorro Tózin.

 

        

 

 

 

 

Era um dia, que eu estava passeando pelo parque de diversões e encontrei um cachorrinho abandonado pelo chão tão triste descuidado todo machucado cheio de feridas pelo seu corpo.

Então eu e minha amiga resolvemos cuidar do cachorro que estava todo ferido. Então pegamos esse cachorro e levamos ele para a casa da minha colega.

 

– Amigas o que vamos fazer com ele agora? Minha mãe não pode saber que o nosso

cachorrinho está aqui.

   

 

 

 

 

 

 

 

– Eu também não sei. O que vamos fazer agora?

Mas vamos dar um jeito né!

– Está bem, então!

Pegamos o cachorro e fomos para a casa de uma amiga nossa que mora no Bairro da Penha. Chegando lá, falamos com ela a respeito do cachorro. Poxa amiga achamos o cachorro jogado na rua e não podemos levar – mos para a nossa casa porque a nossa mãe não gosta de cachorro. E não sabemos o que fazer com ele.

  Nós gostamos tanto dele, e queremos muito cuidar dele com muito amor e carinho. Pois precisa de muito cuidado. Olha só, como ele está todo ferido, magrinho, morrendo de fome. Então resolvemos pegá–lo da rua.

 Cuidar dele, dar-lhe um lar para ele ficar, resolvemos escolher um nome para ele: Tôzin.

 Ah. Não quero saber de nada vou levar esse pobre cachorro para a minha casa, minha mãe vai ter que entender que esse cachorro não pode ficar jogado na rua!

 Peguei ele e levei .

 – Mãe, posso te pedi uma coisa?

– Dia, minha filha querida.

– Pó não, estava Eu e minha amiga passeando pelo parque de diversões e achamos um cachorro abandonado pela rua. Todo ferido, que dava até dó. E resolvemos pegar e cuidar dele.

   

 

 

 

 

 

 

– Até colocamos um nome nele Tózim.

  – Ta bom, fico com ele mais é você que vai ter que cuidar dele, dar banho, três  dias por semana e catar as bostas dele .

  Obá! Mãe muito obrigada por tudo que você está fazendo por mim.

   Liguei para a minha amiga e contei uma novidade para ela:

      – Amiga, a minha mãe deixou eu ficar com o cachorro aqui em casa .

      – Sério, Claudia, sério  eu estou tão feliz por você espero que você tenha a capacidade de cuidar do Tózin, né!.

      – Claro, vou cuidar dele com todo o carinho do mundo.

 

OBS: Nunca o abandonarei um animal pela a vida. Ele pode ser bem cuidado por você.

 

Advérbios 1

1)Observe os quadrinhos abaixo e faça o que se pede.


a) Quantos personagens há na história?

 

b) Observe a expressão facial do personagem no primeiro quadrinho e no último. O que indica cada uma delas? O que fez com que mudasse?

 

 

c) O menino encontrou algo. O que foi? Isso o levou até onde?

 

 

d) Como estava o local para o qual o personagem se dirigiu?

e) Crie um título adequado à estória.

 

 

2)  Lei o texto e responda.

 

A Lenda do Barba Ruiva

 

 

 

Eis uma lenda sobre a Lagoa de Paranaguá no Piauí. Dizem que ela era pequena, quase uma fonte, e cresceu por encanto. Foi assim:

Vivia uma viúva com três filhas. Um dia, a mais moça das filhas dela adoeceu, ficando triste e pensativa. Estava esperando menino e o namorado morrera sem ter tempo de casar com ela.

Com vergonha, descansou a moça nos matos e, deitou o filhinho num tacho de cobre e sacudiu-o dentro da pequna fonte de água.

O tacho desceu e subiu logo, trazido por uma Mãe-d’agua, que com raiva, Amaldiçoou a moça que chorava na beira.

As águas foram subindo e correndo, numa enchente sem fim, dia e noite, alagando tudo, cumprindo uma ordem misteriosa.

Ficou a lagoa encantada, cheia de luzes e de vozes. Ninguém podia morar na beira porque, a noite inteira, subia do fundo dágua um choro de criança. O choro parou e, vez por outra, aparecia um homem moço, muito claro, com barbas ruivas ao meio dia e com a barba branca ao anoitecer.

Barba Ruiva, homem encantado, que vive na lagoa de Paranaguá, ao sul do Piauí. É alvo, de estatura regular, cabelos avermelhados. Quando sai da água mostra as barbas, as unhas e os peitos cobertos de lodo e limo.

Muita gente o viu e tem visto. Foge dos homens e procura as mulheres que vão bater roupa. Agarra-as só para abraçar e beijar. Depois, corre e pula na lagoa, desaparecendo. Nenhuma mulher bate roupa ou toma banho sozinha, com medo do barba ruiva. Se um Homem o encontra, fica desorientado. Mas o Barba Ruiva é inofensivo, pois não consta que fizesse mal a alguém.

Se uma mulher atirar na cabeça dele água benta e um rosário sacramentado, ele será desencantado. Barba Ruiva é pagão, e deixa de ser encantado sendo cristão. Como ainda não nasceu essa mulher valente para desencantar o Barba Ruiva, ele cumpre sua sina nas águas da lagoa.

 

 

a)     A Lenda do Barba Ruiva pertence a que estado?

b)     Por que a moça que chorava foi amaldiçoada?

c)     Quem é o tal Barba Ruiva?

 

d)     Diga quais das palavras em destaque são: tempo, negação, lugar, companhia ou modo.

 

3) Crie uma frase com advérbios ou locuções adverbiais de:

 

a)     Lugar.

b)     Instrumento.

c)     Tempo.

d)     Dúvida.

 

 

 

4)  Nas frases abaixo, localize as locuções adverbiais e os advérbios. Em seguida classifique-os.

 

a)     O Sr. Pereira é muito sério.

b)     Tércia partiu cedo com seu irmão.

c)     Teobaldo, amanhã, fará o trabalho de hoje.

d)     Você passou a roupa com o ferro que eu lhe dei?

e)     Terezinha, nunca faça mal a ninguém.

f)      Setembrina fez toda a tarefa apressadamente.

g)     Na casa de meus avós, tudo posso.

h)     Sempre como pouco na casa de estranhos.

i)      Com certeza ajudarei aqueles que precisam.

j)      Pedro, não deixei você sair de casa. Volte.

Texto Dissertativo: Atividades

1) Leia o texto e responda as questões.

O Desemprego em Portugal

Como é do conhecimento público, geralmente divulgado por meios da comunicação social, o desemprego em Portugal está a atingir proporções incontroláveis e inaceitáveis. Esta situação atinge desde os operários fabris, professores, recém-licenciados, trabalhadores de meia-idade, tanto o sector privado como o publico são afectados, e chegamos, mesmo ao cúmulo, caros leitores, de “despedir” mulheres grávidas no nosso país. E qual a resposta do nosso Governo aos apelos dos nossos trabalhadores? O silêncio, nada mais inconveniente e doloroso silêncio. São 500 mil, não são mil nem dois mil, são 500 mil desempregados, a quem o nosso Estado continua a ceder subsídios de desemprego, ignorando, ou parecendo ignorar, a necessidade de criar e inovar postos de trabalho. Antes das eleições legislativas, o nosso atual primeiro-ministro, Eng. José Sócrates, garantiu aos Portugueses a forte aposta governamental na tecnologia e inovação no nosso quotidiano. Todavia, amigos leitores, em que medida esta promessa serve de reforço a esta situação? Poderão tirar as vossas conclusões, olhando para os 500 mil que se agrupam nas manifestações, contra encerramentos de indústrias têxteis e outras, exigindo indenizações ou exigindo mesmo os seus salários em atraso. A minha questão coloca-se a si caro leitor e também às “ grandes “ influências, neste país de influências e favores – Será necessária a intervenção da União Europeia neste problema social e sobretudo nacional? Martin Luther King disse ‘ I have a dream…’ – será que em cada um dos Portugueses também há? Será que Portugal ainda tem sonhos? Eu e você temos, e queremos um Portugal melhor e internacionalmente reconhecido, não só pelas suas dificuldades, mas pela sua rápida (supostamente) intervenção e resolução destes temas. Mas não podemos ficar eternamente à espera que o nosso Governo se debruce sobre este perene problema. Os Portugueses vão continuar a fazer “bolinhas” à volta dos anúncios nos jornais, a marcar entrevistas, e a escutar um “ NÃO!” pelo celular. Só continuaremos a alimentar ilusões…

Catarina Ferreira

a) Qual é o assunto abordado no texto?

b) Qual é a tese do autor do texto sobre o assunto? Em que parágrafo se encontra?

c) Em quais parágrafos ela desenvolve (usa a argumentação) o assunto?

d) Interprete a seguinte afirmação situada no texto: “Os Portugueses vão continuar a fazer “bolinhas” à volta dos anúncios nos jornais, a marcar entrevistas, e a escutar um “ NÃO!” pelo celular”

2) Escolha um dos temas a seguir e produza um texto argumentativo a respeito.

a) A influência da televisão;

b) A importância dos estudos;

c) O racismo no Brasil;

d) O trabalho na adolescência.

Obs.: Seu texto deverá ter, no mínimo, dez linhas e dois argumentos.

Sou poeta: parte dois

Observe a imagem acima e crie uma estrofe de quatro versos a respeito.

Sou poeta

Agora acredito que vocês são capazes de produzir uma poesia. Mesmo que seja minúscula. A seguir, vocês encontrarão dois grupos de palavras. Elas os auxiliarão a produzir suas poesias. Observem o que se pede e ponham sua criatividade em ação.

1)

2)

Crie poemas que possuam duas estrofes de três versos com o conjunto de palavras acima. A poesia deve conter rimas. Faça isso em seu caderno.

Poesia: produção

1)

Com que se faz o quê

Com flores se fazem canteiros,

com sementes, plantações.

Com talento se faz dinheiro,

com pessoas procissões.

Com abelhas de faz o mel,

2)


Meus brinquedos

De repente,

Ao lembrar dos brinquedos queridos,

Que ficaram esquecidos

Dentro do armário.

Me bate uma saudade,

Me bate uma vontade,

I – Continue os poemas acima, produzindo mais uma estrofe com rimas e com a mesma quantidade de versos da anterior.

Introdução à poesia

Leia os poemas e faça o que se pede.

1)


A Bíblia

A Bíblia já dizia
Pra quem sabe entender
Que há tempo de alegria
Que há tempo de sofrer
Que o tempo só não conta
Pra quem não tem paixão
E que depois do encontro
Sempre tem separação
Que o dia que é da caça
Não é do caçador
E que na alternativa
Viva e viva
E viva o amor

A gente vem da guerra
Pra merecer a paz
Depois faz outra guerra
Porque não pode mais
E deixa andar e deixa andar
Até a guerra terminar
Vamos curtir, vamos cantar
Até a guerra se acabar

(Vinícius de Moraes)

2)


Viajar pela leitura

Viajar pela leitura

sem rumo, sem intenção.

Só para viver a aventura

que é ter um livro nas mãos.

É uma pena que só saiba disso

quem gosta de ler.

Experimente!

Assim, sem compromisso,

você vai me entender.

Mergulhe de cabeça

na imaginação!

(Clarice Pacheco)

3)

Canjicas

I – O que é poema?

II – O que é verso?

III – O que é estrofe?

IV – O que é rima?

V – Quantos versos há nos poemas acima?

VI – Quantas estrofes?

VII – Retire de cada poema as palavras finais de cada verso que rimam entre si.

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