Análise do texto anterior sobre publicidade infantil

  1. Informe a tese do autor.
  2. Aponte seus argumentos e em qual (quais) parágrafo(s) se encontram.
  3. Que medidas de intervenção foram sugeridas?

Identifique que termos do texto são retomados pelos elementos coesivos destacados

A publicidade infantil movimenta bilhões de dólares e é responsável por considerável aumento no número de vendas de produtos e serviços direcionados às crianças. No Brasil, o debate sobre a publicidade infantil representa uma questão que envolve interesses diversos. Nesse contexto, o governo deve regulamentar a veiculação e o conteúdo de campanhas publicitárias voltadas às crianças, pois, do contrário, elas podem ser prejudicadas em sua formação, com prejuízos físicos, psicológicos e emocionais.

Em primeiro lugar, nota-se que as propagandas voltadas ao público mais jovem podem influir nos hábitos alimentares, podendo alterar, consequentemente, o desenvolvimento físico e a saúde das crianças. Os brindes que acompanham as refeições infantis ofertados pelas grandes redes de lanchonetes, por exemplo, aumentam o consumo de alimentos muito calóricos e prejudiciais à saúde pelas crianças, interessadas nos prêmios. Esse aumento da ingestão de alimentos pouco saudáveis pode acarretar o surgimento precoce de doenças como a obesidade.

Em segundo lugar, observa-se que a publicidade infantil é um estímulo ao consumismo desde a mais tenra idade. O consumo de brinquedos e aparelhos eletrônicos modifica os hábitos comportamentais de muitas crianças que, para conseguir acompanhar as novas brincadeiras dos colegas, pedem presentes cada vez mais caros aos pais. Quando esses não podem compra-los, as crianças podem ser vítimas de piadas maldosas por parte dos outros, podendo também ser excluídas de determinados círculos de amizade, o que prejudica o desenvolvimento emocional e psicológico dela.

Em decorrência disso, cabe ao Governo Federal e ao terceiro setor a tarefa de reverter esse quadro. O terceiro setor – composto por associações que buscam se organizar para conseguir melhorias na sociedade – deve conscientizar, por meio de palestras e grupos de discussão, os pais e os familiares das crianças para que discutam com elas a respeito do consumismo e dos males disso. Por fim, o Estado deve regular os conteúdos veiculados nas campanhas publicitárias, para que essas não tentem convencer pessoas que ainda não têm o senso crítico desenvolvido. Além disso, ele deve multar as empresas publicitárias que não respeitarem suas determinações.  Com esses atos, a publicidade infantil deixará de ser tão prejudicial e as crianças brasileiras poderão crescer e se desenvolver de forma mais saudável.

(Antônio Ivan Araújo, Ceará)

Classifique os fragmentos a seguir de acordo com o tipo textual que representam:

 

 

I – “A vítima, Solange dos Santos (22 anos), moradora da cidade de Marília, era magra, alta (1,75), cabelos pretos e curtos; nariz fino e rosto ligeiramente alongado.”

II. – A língua está viva

Ivana Traversim

Na gramática, como muitos sabem e outros nem tanto, existe a exceção da exceção. Isso não quer dizer que vale tudo na hora de falar ou escrever. Há normas sobre as quais não podemos passar, mas existem também as preferências de determinado autor – regras que não são regras, apenas opções. De vez em quando aparece alguém querendo fazer dessas escolhas uma regra. Geralmente são os que não estão bem inteirados da língua e buscam soluções rápidas nos guias práticos de redação. Nada contra. O problema é julgar inquestionáveis as informações que esses manuais contêm, esquecendo-se de que eles estão, na maioria dos casos, sendo práticos – deixando para as gramáticas a explicação dos fundamentos da língua portuguesa.

(…)

Com informação, vocabulário e o auxilio da gramática, você tem plenas condições de escrever um bom texto. Mas, antes de se aventurar, considere quem vai ler o que você escreveu. A galera da faculdade, o pessoal da empresa ou a turma da balada? As linguagens são diferentes.

Afinal, a língua está viva, renovando-se sem parar, circulando em todos os lugares, em todos os momentos do seu dia. Estar antenado, ir no embalo, baixar um arquivo, clicar no ícone – mais que expressões – são maneiras de se inserir num grupo, de socializar-se

(Você S/A, jun. 2003.)

 

III. “No dia seguinte, com a volta do cunhado, chamou-se o veterinário oficial. Quis informações sobre o colega que me atendera.
Contei que ele se limitara a pedir um tapete e pusera Big em cima. Depois pedira um café e uma cadeira, cobrando-me 90 mil cruzeiros pelo trabalho.(…)”

a) descritivo, narrativo ,  dissertativo-argumentativo

b) narrativo, dissertativo-argumentativo, descritivo

c) dissertativo-argumentativo, descritivo, narrativo

d) descritivo, dissertativo-argumentativo, narrativo

e) narrativo, descritivo, dissertativo-argumentativo

Analise as frases de acordo com o código em evidência, levando em consideração o valor semântico estabelecido pelas preposições destacadas:

 

A – Causa

B – Posse

C – Companhia

D – Finalidade

E – Assunto

F – Lugar

G – Tempo

I – Instrumento

 

(  ) O livro do professor está emprestado aos alunos.
(  ) Fomos com os amigos ao cinema.
(  ) O animal morreu de fome.
(  ) Fizemos o trabalho sobre questões ambientais.
(   ) O cenário encontra-se ornamentado para as festividades.

(   ) Vamos ao cinema.

(   ) Daqui a 10 anos todos se lembrarão do filme.

(   ) Deram-me os convites para distribuir.

(   ) Pagou a entrada com seu salário.

(   ) A plateia gritava de raiva.

Texto: “A Descoberta De Uma Criança”

  A Descoberta De Uma Criança

 

Uma vez um menininho bastante pequeno, que contrastava com a escola bastante grande.
Uma manhã, a professora disse: Hoje nós iremos fazer um desenho. “Que bom!”- pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos.
Pegou a sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar.
A professora então disse: Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores.
Com seus lápis rosa, laranja e azul. A professora disse: Esperem! Vou mostrar como fazer. E a flor era vermelha com caule verde. Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora. E depois olhou para sua flor.
Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso.
Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com caule verde.
Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre,
A professora disse:
Hoje iremos fazer alguma coisa com o barro. “Que bom”!!!, pensou o menininho.
Ele gostava de trabalhar com barro.
Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.
Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.
Então, a professora disse:
Esperem, não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse ela, nós iremos fazer um prato.
Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
A professora disse: – Esperem! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.
E o prato era um prato fundo.
O menininho olhou para o prato da professora e depois par a seu próprio prato. Gostou mais do seu, mas não poderia dizer isso.
Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e fazer as coisas exatamente como a professora.
E muito cedo ele não fazia coisas por si próprio.
Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola.
Era uma escola ainda maior que a primeira.
Um dia a professora disse: Hoje vamos fazer um desenho.
“Que bom!”- pensou o menininho, Esperando que a professora dissesse o que fazer.
Ela não disse, apenas andava pela sala. Então veio até o menininho e disse: Você não quer desenhar? Sim, e o que nós vamos fazer? Eu não sei até que você o faça. Como eu posso fazê-lo? Da maneira que você gostar! E de que cor?
Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar?
Eu não sei…
Então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com caule verde…

(Helen Buckley)

1)    Sobre o texto faça o que se pede.

I – Onde se passa a história?

II – Quem são os principais personagens?

III – O aluno se entusiasmava ao ter que  fazer o que as atividades?

IV – O que ele normalmente comparava ao fazer a tarefa?

V – Qual a diferença entre a maneira de ensinar da primeira escola e a segunda?

VI – Sendo assim, que mensagem o texto passa?

VII – Escolha a opção que classifica corretamente o texto lido.

a)      Dramático.

b)      De opinião.

c)       Narrativo.

d)      N.D.A.

VIII –  Retire do texto uma frase nominal.

IX – Classifique  em simples, composto, desinencial ou indeterminado os sujeitos das orações destacadas no texto

Vamos aos verbos!

1 –  Conjugue o verbo falar nos tempos do modo indicativo  indicados abaixo.

Presente                                    Pretérito Perfeito                             Futuro do Presente

2 – Conjugue o verbo obedecer nos tempos do modo subjuntivo indicados abaixo.

Presente                                      Pretérito Imperfeito                                          Futuro

Que                                            Se                                                              Quando

3 – Diga a que conjugação pertencem os verbos a seguir.

a)     Festejar                                                  f) Ouvir

b)     Conviver                                                g) Ler

c)     Estudar                                                   h) Emitir

d)     Exibir                                                       i) Guiar

e)     Permanecer                                           j) Persistir

4- Crie frases seguindo as orientações.

a)     Falar –  na terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do modo indicativo.

b)     Falar – na primeira pessoa do plural do futuro do presente do modo indicativo.

c)     Obedecer – na primeira pessoa do singular do pretérito imperfeito do modo subjuntivo.

d)     Obedecer – na  segunda pessoa do singular do futuro do subjuntivo.

5 – Relacione as colunas.

  1. Modo Indicativo.
  2. Modo Subjuntivo.
  3. Modo Imperativo.
  4. Primeira pessoa.
  5. Segunda pessoa.
  6. Terceira pessoa.

(    ,    ) Nós conseguiremos a vaga de emprego.

(   ,   ) Tu comeste todo o meu bolo.

(   ,   ) Se perdêssemos o jogo, seria nosso fim no campeonato.

(  ,  ) “Quando o inverno chegar, eu quero estar junto a ti”.

(  ,  ) Hoje não tenho tempo para suas brincadeiras.

(   ,   ) “ O trabalho torna o homem digno.”

(   ,   ) “Pois há menos peixinhos a nadar no mar do que os beijinhos que eu darei na sua boca.”

(   ,   ) Nossos pais lutam diariamente por nosso bem-estar.

(   ,   ) Lute pelos seus ideais.

(   ,  ) Catem mais alto, meninos!

 

6)       Preencha as lacunas com os verbos indicados nos parênteses:

a)      Rita e Lúcia ________________ no coral da igreja. ( cantar – Futuro do Presente do Ind.)

b)      _______________ ( tu ) o trabalho ao professor. ( entregar – pretérito perfeito do ind.)

c)       Tu _______________ bem cedo ontem? ( partir – Pretérito Perfeito do Indicativo)

d)      Lídia e José ____________ viajar de navio nas férias. (costumar – Pretérito Imperfeito do Ind.)

Preencha as lacunas das frases com o vocábulo correto.

Preencha as lacunas das frases com o vocábulo correto.

A)   João ………………………a peça no motor. (unir, juntar)

B)   Este bairro é tão…………………………… (campestre)

C)   O trem, ontem à noite, ……………………………. (sair dos trilhos)

D)   Tire essa roupa, menino, pois ela está um ………………………..( farrapo, trapo)

E)   O contato com o branco promoveu a ……………………………………….. dos índios. ( influência cultural)

F)    Um dia iremos conseguir ………………………….. a violência do mundo. (acabar)

G)   Mas que ……………………….. a sua, menino! (atrevimento)

H)   As atrizes do cinema possuem corpo ……………………….. (de forma perfeita)

I)     Joca ………………………. meu sanduíche! (cortar com os dentes)

J)    Se você me deixar, meu amor, eu cometerei um …………………….. (loucura)

Desfaçatez, escultural, desatino, abocanhar, abolir, bucólico, descarrilar, acoplar, aculturação, frangalho,

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